quarta-feira, 22 de abril de 2009

Poesia III


(Re)Construção

Não há nessa vida deleite sem combate
e o novo para trás tem que deixar
ruinas e jazigos, em eterno embate,
que um dia, finalmente, hão de tombar.

Da morte, mais uma vez, se faz a vida
e assim a esperança se pode acolher,
para o gozo de quem, um dia na lida,
ousou morrer para de novo nascer.

Para se fazer novo tudo aquilo
há de desconstruir o que ali jazia
e, num instante que parecia intranquilo,
há de nascer um novo dia.

É o sol que após a noite escura desponta...
É a casa, é a alma, é o ser...

Então tudo se faz novo e de novo encanta,
mas há de desconstruir para reerguer.

2 comentários:

Gilberto Oliveira disse...

Ana,
Continue (re)construindo a arte da poesia como vc fez com este lindo poema.
Beijos,
Gilberto

slowdabf disse...

COLOQUEI 3 RAPS NOVOS NO MEU MYSPACE
OUÇA : www.myspace.com/slowdabf

coloquei textos novos no meu blog:
http://tododiaumtextonovo.blogspot.com

pra msn:slowdabf@msn.com

orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=14041992112511852018